quarta-feira, fevereiro 23, 2005

O SOCIALISMO NO DIVÃ

Como, certamente sem o desejar, o insuspeito Erich Fromm demonstrou, o fascínio do Socialismo (e das suas variantes comunista, nazi e fascista) assentou num aspecto psicológico bem arreigado nalgumas mentalidades doentias: a necessidade compulsiva de mandar e ser mandado e o concomitante medo da liberdade.

O grande “mérito” do Marxismo - ainda bem vivo enquanto movimento académico - consistiu precisamente na capacidade de mobilizar este aspecto obscuro da alma humana, dissimulando-o sob a nobre capa de um pseudo-humanitarismo ao serviço dos mais fracos e das minorias.

Apesar do colapso histórico das suas formas duras, o apelo da ideologia socialista a este lado “teen” da psique humana mantém-se: o ateísmo militante, o feminismo radical, a corrosão da família natural são as mais recentes bandeiras dos fanáticos do controlo e da reconstrução da sociedade e do Homem via decreto-lei.

Graças ao relativismo que lentamente vai matando as democracias contemporâneas e dando alento a retrocomunistas do PCP e trotskistas fashion do BE, nos próximos anos é com isto que Portugal vai ter de viver...

JTA

3 Comments:

Anonymous RainBow said...

Deves ser mais um reaccionário que vem poluir.

Vê lá se não ficas OFF!

VIVA MARX! VIVA CHE!

7:00 da tarde  
Anonymous Sérgio said...

Karo ON,

+ que nunca é preciso, desKadeirar estes Komunas.

Chegalhes

7:12 da tarde  
Blogger Pedro Oliveira said...

Note-se que a poluição é, obviamente, um conceito relativo. A gente vê-se por ai...

Gostei do post no Barnabé sobre o Bush.

7:19 da tarde  

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